O que é
É o plano de previdência que a empresa oferece aos funcionários. Ele pode ser um fundo de pensão (previdência fechada) ou um plano aberto contratado pela empresa num banco ou seguradora (PGBL ou VGBL corporativo).
O plano precisa ser oferecido a todos os empregados da empresa, sem escolher só alguns.
Por que costuma valer a pena
O grande atrativo é a contrapartida: a empresa deposita no plano um valor ligado ao que você contribui.
Ana ganha R$ 8.000 e contribui com 5% do salário (R$ 400). A empresa coloca 100% do mesmo valor, mais R$ 400.
- Por mês, entram R$ 800 no plano, com Ana pagando metade.
- É como ganhar 100% de rendimento no dia em que o dinheiro entra, antes de qualquer aplicação.
Nenhum investimento comum entrega isso. Por isso, quando há contrapartida, entrar no plano costuma ser a primeira decisão.
Para a empresa, a contribuição ao plano não conta como salário: não entra no cálculo do INSS nem do FGTS.
A regra de "vesting"
Nos planos corporativos, o dinheiro que a empresa colocou em geral só passa a ser seu aos poucos, conforme o tempo de casa. É a regra de vesting (aquisição de direito). Por exemplo: 20% após 2 anos, 50% após 5 anos e 100% após 10 anos.
O que conferir no plano da empresa
- Quanto a empresa coloca e até qual limite.
- As regras de vesting.
- As taxas de administração e de carregamento.
- O que acontece se você sair. A página Saí da empresa: e o fundo de pensão? explica as opções.
Resumo em 4 pontos
- É o plano oferecido pela empresa, aberto ou fechado.
- A contrapartida da empresa é o maior atrativo.
- A parte da empresa pode depender do tempo de casa (vesting).
- Leia o regulamento antes de entrar e antes de sair.