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Autônomo e MEI: 20%, 11% ou 5%?

O que cada plano de contribuição garante e como complementar depois, se mudar de ideia.

Leitura de 6 min Revisado em out/2026 Regras com fonte

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Três jeitos de contribuir

Quem trabalha por conta própria escolhe quanto pagar ao INSS. Cada plano dá direito a coisas diferentes:

Planos de contribuição de autônomos e MEI
PlanoAlíquotaSobreAposentadoria por tempo e acima do mínimo
Plano normal20%de um salário mínimo até o tetoSim
Plano simplificado11%um salário mínimoNão, só por idade
MEI e baixa renda5%um salário mínimoNão, só por idade

Plano normal: 20%

Você contribui com 20% sobre o valor que escolher, entre um salário mínimo e o teto. Em 2026, isso vai de R$ 324,20 a R$ 1.695,11 por mês.

É o único plano que permite aposentadoria acima do salário mínimo e o uso das regras de transição por tempo de contribuição.

Plano simplificado: 11%

Você contribui com 11% do salário mínimo: R$ 178,31 por mês em 2026. Garante aposentadoria por idade, auxílio por incapacidade, pensão e salário-maternidade, todos no valor de um salário mínimo.

MEI e baixa renda: 5%

O MEI paga 5% do salário mínimo (R$ 81,05 em 2026), já incluído no boleto mensal (DAS). O mesmo percentual vale para quem é facultativo de baixa renda, sem renda própria e com a família inscrita no CadÚnico. Os benefícios também são de um salário mínimo.

E se eu quiser mais depois?

Quem pagou 11% ou 5% pode complementar a diferença até 20%, com juros, para que esses meses contem como no plano normal. Só vale a pena fazer a conta antes: às vezes é melhor complementar só os meses que faltam para uma regra específica.

Onde entra a previdência complementar

Mesmo no plano de 20%, a aposentadoria fica limitada ao teto do INSS. Para quem quer renda maior ou já paga o mínimo, a previdência complementar e os investimentos ajudam a fechar a diferença. O diagnóstico mostra quanto falta no seu caso.

Resumo em 4 pontos

  1. 20%: aposentadoria acima do mínimo e regras por tempo de contribuição.
  2. 11% e 5% (MEI): benefícios de um salário mínimo.
  3. Dá para complementar a diferença depois, com juros.
  4. Para renda maior, combine o INSS com previdência complementar ou investimentos.

Quanto falta para você?

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